Dr. Fernando Trevisan, médico, especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular

Conceito em Cirurgia Vascular.

Dr. Fernando Trevisan

Missão: Cuidar da saúde das pessoas com segurança, resolutividade e dedicação.
Visão: Ser referência no tratamento das doenças vasculares da região.
Valores: Dedicação, respeito, eficiência, transparência e ética.

Cirurgião Vascular e Endovascular

  • Título de especialista pela Associação Médica Brasileira (AMB).

  • Título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) .

  • Preceptor e orientador da Residência e do Estágio de Cirurgia Vascular da Santa Casa de Londrina.

  • Cirurgião Vascular e Endovascular do Hospital do Coração de Londrina.

VER CURRÍCULO
  • Formação Acadêmica/Titulação

  • Formação Complementar

  • Prêmios e Título

  • Produção Bibliográfica

  • Eventos

  • Formação Acadêmica/Titulação

    2014 - Atual

    Preceptor da Residência de Cirurgia Vascular e do Estágio de Cirurgia Vascular da Santa Casa de Londrina
    Cirurgião Vascular e Endovascular do Hospital do Coração de Londrina

    2013 – 2014

    Especialização - Residência médica.
    Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, Brasileiro
    Título: Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular
    Bolsista do: Ministério da educação

    2011 - 2013

    Especialização - Residência médica.
    Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, Brasil
    Título: Cirurgia Vascular
    Bolsista do: Ministerio da Educação

    2008 - 2010

    Especialização - Residência médica.
    Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Santa Maria, Brasil
    Título: Cirurgia Geral – Estudo Sobre Amputações Maiores de Membros Inferiores Realizadas no Hospital Universitário de Santa Maria no Ano de 2008
    Bolsista do: Ministerio da educação

    2002 - 2007

    Graduação em medicina.
    Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Santa Maria, Brasil

    1997 - 1999

    Ensino Médio (2o grau) .
    Escola de 1º e 2º Graus Colégio Santa Maria, CSM, Brasil

    1989 - 1996

    Ensino Fundamental (1o grau) .
    Escola de 1º e 2º Graus Colégio Santa Maria, CSM, Brasil

    Formação Complementar

    2010 – 2010

    Curso de curta duração em Pre Hospital Trauma Life Support - PHTLS.
    Centro de Ensino e Treinamento em Saúde, CETS, Brasil

    2010 - 2010

    Curso de curta duração em Emergency and Trauma Ultrasound Course - USET.
    Sociedade Panamericana de Trauma, SPT, Brasil

    2008 - 2008

    Curso Suporte Avançado de Vida - ACLS.
    Centro de Treinamentos e Simulação de Emergências Médicas, CTSEM, Brasil

    2008 - 2008

    Advanced Trauma Life Support - ATLS.
    Centro de Ensino e Treinamento em Saúde, CETS, Brasil

    2006-2006

    Socorro em áreas remotas (SAR) nível I.
    Eco Adventure Cursos e Treinamentos, EACT, Brasil

    Prêmios e Titulos

    2013

    Título de Especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular – Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

    2012

    Best Abstract on Phlebology and Lymphology - Peter Gloviczki, M.D., Associação Panamericana de Angiologia, Cirurgia Vascular e Endovascular.

    2002

    1º lugar - 2º Premio Saúde Brasil - Concurso nacional para estudantes universitarios de medicina sobre trabalhos socialmente responsáveis com interação com a comunidade, Aguilla Produção e Comunicação / Ache / Novartis / DENEM.

    Produção Bibliográfica

    Artigos completos publicados em periódicos


    1. SILVESTRE, JOSÉ MANOEL DA SILVA; SCHIMIT, GUSTAVO TEIXEIRA FULTON; SARDINHA, WANDER EDUARDO; SILVESTRE, GUILHERME DA SILVA; TENÓRIO, GUILON OTÁVIO SANTOS; TREVISAN, FERNANDO BARBOSA.
    Tratamento endovascular de aneurisma de aorta abdominal em paciente com rim em ferradura: relato de caso. Jornal Vascular Brasileiro (Impresso)., v.12, p.62 - 67, 2013.

    2. SILVESTRE, JOSÉ MANOEL DA SILVA; SCHIMIT, GUSTAVO TEIXEIRA FULTON; SARDINHA, WANDER EDUARDO; SILVESTRE, GUILHERME DA SILVA; TENÓRIO, GUILON OTÁVIO SANTOS; TREVISAN, FERNANDO BARBOSA.
    Pseudoaneurisma em associação com infecção pelo vírus da imunodeficiência humana: relato de caso. Jornal Vascular Brasileiro (Impresso). , v.12, p.252 - 256, 2013.

    3. SILVESTRE, JOSÉ MANOEL DA SILVA; TREVISAN, FERNANDO BARBOSA; SARDINHA, WANDER EDUARDO; MORAES FILHO, DOMINGOS; RAMIRES, EDUARDO DURANTE; DIAS, SILFAYNER VICTOR MATHIAS; MATSUDA, HENRIQUE.
    Tratamento endovascular da doença venosa oclusiva central: experiência de um centro. Jornal Vascular Brasileiro (Impresso). , v.13, p.94 - 100, 2014.

    4. MORAES FILHO, DOMINGOS; TREVISAN, FERNANDO BARBOSA; SILVESTRE, JOSÉ MANOEL DA SILVA; SARDINHA, WANDER EDUARDO; RAMIRES, EDUARDO DURANTE; DIAS, SILFAYNER VICTOR MATHIAS; MATSUDA, HENRIQUE.
    Ultrassonogafia vascular no seguimento da correção endovascular do aneurisma da aorta abdominal. Jornal Vascular Brasilero (Impresso). , v.13, p.168 - 174, 2014.


    Apresentação de trabalho e palestra

    1. TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., RAMIRES, E., MORAIS FILHO, D., DIAS, S., MATSUDA, H.
    Tratamento Endovascular de Aneurisma Roto de Artéria Esplênica Durante a Gestação: Relato de Caso, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    2.TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., RAMIRES, E., DIAS, S., MATSUDA, H.
    Tratamento Endovascular de Angiodisplasia Rota de Membro inferior: Relato de Caso, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    3. TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., DIAS, S., MATSUDA, H.
    Ultrassonografia Dupplex no Seguimento da Correção Endovascular do Aneurisma da Aorta Abdominal, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    4. TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., DIAS, S., TENORIO, G. O. S.
    Angioplastia Infragenicular na Isquemia Crítica dos membros inferiores, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    5. TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., DIAS, S., MATSUDA, H.
    Correção Endovascular de Endoleak Tipo III com Prótese Bifurcada: Relato de Caso, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    6. TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., DIAS, S., MATSUDA, H.
    Correção Endovascular de Lesão Traumática em Tronco Braquiocefálico, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    7. DIAS, S., TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., MATSUDA, H.
    Fístula Artério Venosa Mamário Cava: relato de caso, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    8. TREVISAN, F. B., SARDINHA, W. E., SILVESTRE, J. M. S., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., DIAS, S., MATSUDA, H.
    Tratamento Endovascular para Aneurisma Abdominal Micótico Roto: Relato de Caso, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    9. TREVISAN, F. B., DIAS, S., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., MATSUDA, H.
    Tromboembolismo de Aorta Torácica e Tratamento Endovascular, 2013. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    10. TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., TENORIO, G. O. S., DIAS, S.
    Análise Espectral na Avaliação da Hemodinâmica Arterial Distal, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    11. TREVISAN, F. B., SARDINHA, W. E., SILVESTRE, J. M. S., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., TENORIO, G. O. S., DIAS, S.
    Angioplastia de Artéria Visceral para Tratamento de Isquemia Mesentérica Crônica, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    12. TENORIO, G. O. S., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., RAMIRES, E., MORAIS FILHO, D., TREVISAN, F. B., DIAS, S., GOMES, R., SCHIMIT, G. T. F.
    Correção de migração e rotura de endoprótese de aorta abdominal pela técnica de sanduíche: relato de caso, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    13. TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., TENORIO, G. O. S., DIAS, S.
    Doença Cística da Arttéria Poplítea: Relato de Caso, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    14. TENORIO, G. O. S., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., RAMIRES, E., MORAIS FILHO, D., GOMES, R., TREVISAN, F. B., DIAS, S., SCHIMIT, G. T. F.
    Embolização de aneurisma de artéria renal: relato de caso, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    15. TREVISAN, F. B., SARDINHA, W. E., SILVESTRE, J. M. S., SCHIMIT, G. T. F., TENORIO, G. O. S., RAMIRES, E., GOMES, R., MORAIS FILHO, D., DIAS, S.
    Estenose venos central: relato de série de casos, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    16. SARDINHA, W. E., TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., GOMES, R., TENORIO, G. O. S., DIAS, S.
    Estenose Venosa Central, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    17. TREVISAN, F. B., Konopka, C.
    Estudo Sobre Amputações Maiores de Membros Inferiores Realizadas no Hospital Universitário de Santa Maria no Ano de 2008, 2012. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    18. TENORIO, G. O. S., SCHIMIT, G. T. F., TREVISAN, F. B., SILVESTRE, J. M. S., RAMIRES, E., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., MOTTA, F.
    Alternativas técnicas para preservação da artéria iliaca interna no tratamento endovascular dos aneurismas aorto-iliacos: relato de 3 casos, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    19. SCHIMIT, G. T. F., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., SILVESTRE, G. S., TENORIO, G. O. S., TREVISAN, F. B., KARIGYO, C. J., MARINHO, L. J. F.
    Aneurisma de aorta abdominal associado a rim em ferradura: relato de caso, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    20. TREVISAN, F. B., SARDINHA, W. E., SILVESTRE, J. M. S., SCHIMIT, G. T. F., TENORIO, G. O. S., SILVESTRE, G. S., KARIGYO, C. J., MARINHO, L. J. F.
    Aneurisma de aorta abdominal associado a rim em ferradura: relato de caso, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    21. TENORIO, G. O. S., SCHIMIT, G. T. F., MARINHO, L. J. F., TREVISAN, F. B., KARIGYO, C. J., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E.
    Aneurisma verdadeiro de artéria pediosa: relato de caso, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    22. TREVISAN, F. B., SARDINHA, W. E., SILVESTRE, J. M. S., SCHIMIT, G. T. F., TENORIO, G. O. S., RAMIRES, E., MORAIS FILHO, D., BONILHA, G.
    Correção de migração e ruptura de endoprótese de aorta abdominal pela técnica de sanduíche: relato de caso, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    23. TENORIO, G. O. S., TREVISAN, F. B., SCHIMIT, G. T. F., MARINHO, L. J. F., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., SILVESTRE, J. M. S., RAMIRES, E.
    Embolização de aneurisma de artéria renal: relato de caso, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    24. TENORIO, G. O. S., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., RAMIRES, E., SCHIMIT, G. T. F., TREVISAN, F. B.
    Oclusão de tronco celíaco durante correção endovascular de aneurisma tóraco-abdominal: relato de caso, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    25. TENORIO, G. O. S., SCHIMIT, G. T. F., SILVESTRE, J. M. S., SARDINHA, W. E., MORAIS FILHO, D., TREVISAN, F. B., RAMIRES, E.
    Oclusão de tronco celíaco durante correção endovascular de aneurisma tóraco-abdominal: relato de caso, 2011. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    26. Weber, E., LIPPMANN, I., JEISMANN, V., TREVISAN, F. B., DALMASO, P. C.
    Fístula Aortoduodenal Primária: relato de caso e revisão da literatura, 2009. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    27. Konopka, C., JEISMANN, V., LIPPMANN, I., Buemo, E. G., TREVISAN, F. B.
    Fístula Aorto-entérica Secundária: relato de caso e revisão da literatura, 2009. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    28. BINATO, M., JEISMANN, V., LIPPMANN, I., TOMASI, D. I., TREVISAN, F. B.
    Hérnia Obturatória do Tipo Richter: relato de caso e revisào da literatura, 2009. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    29. ABAID, C. A., JEISMANN, V., TREVISAN, F. B., TAVARES, P. M., GARAY, R. C.
    Obstruçào Biliar por Ascaris Lumbricóides: relato de caso e revisão literária, 2008. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    30. BINATO, M., ABAID, C. A., JEISMANN, V., WOBIDO, T., TREVISAN, F. B.
    Abdômen agudo obstrutivo por aderências endometrióides - relato de caso, 2007. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    31. LEMOS, R., ABAID, C. A., JEISMANN, V., WOBIDO, T., TREVISAN, F. B.
    Perfuração de esôfago como complicação tardia de cirurgia de coluna cervical: relato de caso e revisão da literatura, 2007. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    32. LEMOS, R., ABAID, C. A., JEISMANN, V., WOBIDO, T., TREVISAN, F. B.
    Relato de caso: Tumor neuroendócrino não funcionante de pâncreas, 2007. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    33. LEMOS, R., ABAID, C. A., JEISMANN, V., WOBIDO, T., TREVISAN, F. B.
    Revisão de caso: mucocele de apêndice, 2007. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    34. ABAID, C. A., LEMOS, R., TREVISAN, F. B., WOBIDO, T., LIMA, W.
    Esofagectomia: revisão dos últimos 14 anos, 2006. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    35. PEDRO, F. L., VALADAO, M. C. S., COSTA, J. M., MENDES, G. M. B., PERES, J. W. S., RIGO, V. S., TREVISAN, F. B., DALCIN, T. C., ALMEIDA, E. F.
    Avaliação do perfil epidemiológico em crianças expostas ao HIV atendidas no ambulatório de doenças infecciosas do Hospital Universitário de Santa Maria, 2005. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    36. NEUMAIER, W., BIALESKI, N., MOREIRA, C., TOMASI, D. I., TREVISAN, F. B.
    Esclero Tuberosa: relato de caso, 2005. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    37. BINATO, M., TREVISAN, F. B., WOBIDO, T.
    Expressão Imunohistoquimica das proteínas P53 e Ki67 no epitélio e na metaplasia intestinal do esôfago em pacientes com sintomas de doênça do refluxo gastroesofágico de longa duração, 2005. (Seminário,Apresentação de Trabalho)

    38. BINATO, M., WOBIDO, T., TREVISAN, F. B.
    Linfomas gástricos sincrônicos - aspécto endoscópico não usual, 2005. (Seminário,Apresentação de Trabalho)

    39. TREVISAN, F. B., PERES, J. W. S., DALCIN, T. C., WOBIDO, T., ALMEIDA, E. F.
    Maiores informações em saúde e capacitação de adultos maiores na prevenção oncológica, 2004. (Outra,Apresentação de Trabalho)

    40. LOPES, J. S., TREVISAN, F. B., NOAL, J. S., ALMEIDA, E. F., LIMA, M. S., SILVA, T. C., SCHUCH, L. H.
    Avaliação da relação qualidade de sono e acidentes de transito em motoristas de empresas de transporte de Santa Maria e região central, 2003. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    41. TREVISAN, F. B., PEDRO, F. L., ALMEIDA, E. F., ARISTIMUNHA, J., WOBIDO, T., DALCIN, T. C.
    Orientações para prevenção dos principais problemas de saúde sa população residente na Vila Maringá no município de Santa Maria-RS, 2003. (Outra,Apresentação de Trabalho)

    42. PEDRO, F. L., TECHE, S. P., SOARES, C. S., BARREIRO, J. C., ABREU, A. M., TREVISAN, F. B.
    Sexualidaids - A educação de crianças e adolescentes para valorização de afetividade como forma de manifestação da sexualidade, 2003. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    43. PEDRO, F. L., SOARES, C. S., TREVISAN, F. B., ALMEIDA, E. F., LIMA, M. S., SILVA, T. C.
    "Sexualidaids". Orientações sobre sexualidade, e prevenção da infecção por HIV, e outras doenças sexualmente transmissíveis na comunidade da região central do estado - RS, 2003. (Seminário,Apresentação de Trabalho)

    44. CUNHA, A. B. M., PEDRO, F. L., TREVISAN, F. B., GIRARDI, L. G., GRAFFUNDER, T. S.
    Violência no serviço de emergencia psquiatrica do Hospital Universitário de Santa Maria, 2003. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

    Eventos

    1. 40o Congresso Brasileiro de Angiologia e de Cirurgia Vascular, 2013. (Congresso)

    2. X Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular, 2013. (Congresso)

    3. IX Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular / IX Congresso Brasileiro de Cirurgia Endovascularr, 2012. (Congresso)

    4. XII Panamerican Congress on Vascular and Endovascular Surgery, 2012. (Congresso)

    5. IV Congresso Gaúcho de Gastroenterologia e Endoscopia, XXIII Jacad, XI Endogastro, 2006. (Congresso)

ÁREAS DE ATUAÇÃO

O tratamento cirúrgico de varizes a LASER é um dos mais frequentemente usados. Recentemente, o uso do comprimento de onda de 1470nm tem se mostrado tão eficiente e seguro quanto outras técnicas. A radiação do laser induz ao aquecimento da parede da veia, que é necessário para causar contração do colágeno e oclusão da veia doente.

A correção endovascular do aneurisma da aorta abdominal é a tecnica cirúrgica mais utilizada atualmente. Através de pequenas incisões nas virilhas, catéteres são guiados até a região abdominal onde é liberada a endoprótese.

A correção cirúrgica da estenose carotídea ainda é o padrão ouro. No entanto a técnica endovascular, por onde catéteres, balões e stents são guiados por uma punção na virilha até o local desejado para realisar a desobstrução, também vem tendo bons resultados.

A ultrassonografia vascular, o doppler vascular, é uma das principais ferramentas de trabalho do cirurgião vascular. Este exame é fundamental para a avaliação das varizes, das doenças carotídeas, dos aneurismas e das doenças arteriais perifericas. Não possui radiação nem efeitos colaterais.

O acesso vascular é muito importante no tratamento de diversas patologias, desde infecções até estados mais complexos e duradouros, como câncer. O acesso vascular ideal proporciona bom fluxo sanguíneo, longo tempo de sobrevivência e baixo índice de complicações.

A embolização é uma técnica que se aplica há mais de 30 anos. Basicamente, consiste na obstrução intencional de um vaso. Para isto, um cateter é introduzido até o local e injeta-se diferentes tipos de materiais: partículas, adesivos e/ou molas. Desta forma, essa técnica tem sido empregada para corrigir numerosos defeitos como sangramentos, aneurismas, malformações vasculares e tumores.

A correção endovascular das obstruções arteriais periféricas é a técnica cirúrgica preferida atualmente. Por uma punção na virilha, catéteres, balões e stents são guiados até o local obstruído para restabelecer o fluxo.

LOCAIS DE ATENDIMENTO

Centro Vitta

Rua João Wyclif, 550 - Gleba Palhano
Londrina - PR, 86050-450

43 3341.9477 / 43 3341.5359

Convênios: Unimed

Hospital do Coração - Clínicas

Av. Bandeirantes, 126 - Vila Ipiranga,
Londrina - PR, 86010-020

43 3315.2145

Todos os convênios

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ÚLTIMAS ADIÇÕES

          O Tratamento de varizes por meio da cirurgia a laser é mais rápido, e o tempo de recuperação é mais curto. O laser é um auxiliar no tratamento de varizes. A técnica foi importada da Europa e já passou por aperfeiçoamentos e estudos científicos. Os procedimentos a laser já estão presente no mundo inteiro e vem sendo adotado por diversas especialidades médicas.

 

Quando o tratamento de varizes a laser é indicado?

          O tratamento a laser é mais indicado em casos de varizes tronculares e em casos em que as veias safenas estão comprometidas. Por meio da cirurgia a laser não é necessário remover a veia, como na cirurgia tradicional, o laser causa uma lesão térmica na veia doente o que leva ao seu fechamento e a sua posterior absorção.

 

Qual o tempo de recuperação da cirurgia de varizes a laser?

          O pós-operatório da cirurgia de varizes a laser exige, em média, repouso de 5 dias, podendo o paciente retomar às atividades normais após avaliação médica, enquanto que na cirurgia convencional pode chegar a 30 dias de repouso. Lembrando que este procedimento só pode ser feito em ambiente hospitalar e após uma avaliação médica.

          Importante: Siga as orientações durante todo o pós-operatório e não tome sol por cerca de 2 semanas. Além disso, antes de retomar a qualquer atividade física fale com o seu cirurgião vascular e evite problemas que podem prejudicar sua saúde.

 

Com a cirurgia a laser é possível acabar de vez com as varizes?

          Infelizmente não é possível acabar de vez com as varizes, mas o acompanhamento é muito importante e ajudará a prevenir. Como umas das causas das varizes é a estrutura das veias, isso não é possível alterar. Ou seja, mesmo após tratar alguma variz, outras veias normais também podem se tornar varizes.

 

Mas como posso prevenir as varizes?

          Para estagnar o avanço e o aparecimento de novas varizes, você deve controlar o peso e praticar exercícios frequentemente. Mas, é imprescindível fazer o acompanhamento com um cirurgião vascular para evitar as novas varizes. O tratamento varia de acordo com o estágio da variz e pode ser medicamentoso em alguns casos.

 

Vantagens da cirurgia de varizes a laser:

- Menor trauma operatório,

- Melhor evolução,

- Excelente eficácia (96%) a curto prazo,

- Procedimento mais rápido,

- Menor incidência de complicações,

- Menor gravidade das complicações,

- Retorno às atividades em, média, 5 dias

            Essa é a principal queixa das mulheres que chegam ao consultório do cirurgião vascular: os temidos vasinhos. Umas têm mais, outras têm menos, mas o fato é que quase todas têm.

            Os vilões causadores das telangiectasias, nome dos vasinhos, são mais ou menos os mesmos que causam as varizes: sexo feminino, uso de hormônios como anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal, ficar muito em pé ou sentado, obesidade, sedentarismo, gravidez.

            Ao contrário do que muitos pensam, essas pequenas veias não crescem e viram varizes. É justamente o contrário, a presença de vasinhos pode indicar que as veias maiores não andam bem. Pois bem,  não adianta fazer laser ou escleroterapia nos vasinhos sem tratar as veias nutridoras, veias que alimentam os vasinhos, antes porque eles voltam a aparecer. Se não tratar a raiz do problema, os vasinhos voltam, e podem voltar piores do que eram.

            Em outras palavras, se você tem varizes, mesmo que sejam poucas e pequenas, talvez você precisa realizar cirurgia ou outro método para tratá-las antes de iniciar o tratamento dos vasinhos.

 

Como tratar os vasinhos?

            Para tratar os vasinhos existem várias técnicas. As mais usadas são a escleroterapia e o laser.

            A escleroterapia, ou aplicação, é a injeção de substâncias no interior dos vasinhos no intuito de irritar as suas parede e fechá-lo. É o que as pessoas costumam chamar de "secar os vasinhos". Essa técnica é usada para tratar os vasinhos há muito tempo, sua eficácia é comprovada pelos anos de experiência e por uma série de trabalhos científicos. É considerada o padrão ouro de tratamento, ou seja, todos os outros tratamentos são comparados a ela.

            O Laser é um aparelho que emite um feixe de luz que em contato com os glóbulos vermelhos do sangue gera calor e queima o vasinho. Não é qualquer tipo laser que serve para acabar com os vasinhos e precisa saber como aplicá-lo para ter bons resultados. Normalmente são necessárias várias sessões para se atingir um resultado satisfatório. Se mal aplicado, além da possibilidade de não dar resultado, pode causar uma série de problemas como queimaduras graves, manchas, bolhas e feridas na pele.

 

Dói?

            Não vou mentir, dói um pouco. Tanto o laser quanto a escleroterapia doem. Mas a dor é suportável e comparável a uma depilação. A percepção de dor varia muito de pessoa para pessoa, porém, estudos mostram que o laser pode doer mais do que a escleroterapia dependendo da substância que é utilizada nas injeções. Portanto, não ache que só porque o laser não usa agulhas ele é indolor. Não é verdade.

            Desta forma, é sempre melhor consultar um angiologista ou cirurgião vascular antes de iniciar o tratamento dos vasinhos. Assim você vai saber se você tem varizes ou veias nutridoras que deverão ser tratadas antes de iniciar a aplicação. Isso é importante para que seu tratamento dê certo e seja duradouro.

O que são?

            As varizes são aquelas veias dilatadas e tortuosas que aparecem saltadas e que ocorrem normalmente nas pernas. Sua ocorrência é relativamente muito comum ocorrendo mais em mulheres. Podem ser de diversos tamanhos, desde pequenos vasinhos, “aranhas vasculares”, à veias grossas, tronculares.

 

Causas e fatores de riscos:

            São várias as suas causas. A sua principal é a familiar, a doença é passada de geração em geração, por isso é muito comum mães, filhas e irmãs terem varizes, no entanto, assim como toda regra, também pode apresentar excessões.

            Outra causa muito comum são os hormônios femininos, por isso que mulheres sofrem mais de varizes que os homens. Eles diminuem a força nas paredes das veias, deixando elas mais fracas, isso fica muito evidente durante o ciclo menstrual, quando a sensibilidade e a dor variam conforme a variação hormonal. E é claro não se pode esquecer que anticoncepcionais também são hormônios, e desta forma eles também podem antecipar o surgimento das varizes.

            A idade também é outro fator. Varizes não são comuns em pessoas jovens, no entanto são muito comuns nos idosos. Isso é uma evolução natural do envelhecimento e ocorre devido a diminuição do colágeno, que da a resistência aos tecidos.

            Fatores ambientais como o ortostatismo (ficar em pé), a obesidade e o sedentarismo também influenciam o aparecimento de varizes, por isso que mesmo familiares podem ter diversas formas de manifestações.

 

Sinais e sintomas:

            Veia aparentes, dilatadas e tortuosas acompanhadas de dor e queimação local que melhoram com a elevação das pernas são seus principais sintomas. Com o tempo podem evoluir para inchaços, manchas e feridas.

 

Tratamento:  

             Depende na maioria das vezes da forma em que se manifesta: os vazinhos ou “aranhas vasculares”, que são pequenas linhas avermelhadas ou azuladas, são normalmente tratadas com aplicações, escleroterapia, onde substâncias são injetadas para obstruir o vaso. Já as varicoses e as varizes são melhores tratadas do ponto de vista estético e funcional com a microcirurgia, micros cortes são realizados para a retirada segmentar destas vênulas, no entanto aplicações também podem ser feitas nessas veias, mas com potencial maior para complicações como manchas e feridas.

            Frequentemente, as veias safenas, veias superficiais e longas das pernas, também estão defeituosas, nesta situação, sua “retirada” também é necessária para a resolução das varizes. Esta “retirada”, atualmente pode ser feita de diversas maneiras: tradicionalmente com a sua extração, retirada propriamente dita, com o uso de laser, com o uso da termoablação ou com o uso da espuma. Cada uma com a sua indicação, apresentando vantagens e desvantagens sendo que quando bem indicadas não há diferença entre elas.

 

Prevenção:

             A panturrilha, a batata da perna, é o coração da perna. Depois que o sangue chega à perna, ele precisa voltar ao coração e para isso, depende da panturrilha. É a compressão do músculo da batata da perna que envia o sangue de volta ao coração. Quando a perna fica parada o sangue fica represado, parado, prejudicando a circulação e entre outros fatores, podendo causar as varizes.

            Por isso que é preciso levantar a cada duas horas no trabalho, pois o importante é o movimento e não a posição, sentada ou em pé. Ou pelo menos, fazer algum exercício com as pernas, mesmo que sentado, tipo levantar e abaixar os pés. Outra maneira de prevenção, menos agradável é o uso de meias elásticas de compressão. Elas fazem pressão graduada nas pernas impulsionando o sangue ao coração evitando que o mesmo fique represado.

            Exercícios físicos, principalmente os aeróbicos também fazem parte da prevenção. Diferentemente dos exercícios pesados como a musculação, que aumenta a pressão compartimental nas pernas podendo causar mais vasinhos, varicoses ou varizes; os exercícios aeróbicos estimulam a musculatura sem aumentar a pressão do compartimento, essencial para o retorno venoso.

                        Não existem remédios que evitam o surgimento das varizes, existem apenas remédios que melhoram os sintomas, dores e inchaços. Desta forma, fica evidente que a melhor prevenção ainda é adotar um estilo de vida saudável com boa alimentação e exercícios físicos regulares.

O que é?

            A trombose venosa profunda (TVP), popularmente conhecida só como trombose, nada mais é do que a formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias do corpo, geralmente nas pernas. Diferente da trombose que ocorre nas artérias, a trombose venosa não agrega perigo de perda ao membro acometido.

 

Causas e fatores de riscos:

            Existem várias causas e condições que podem provocar a formação desses coágulos, dentre elas temos:

  • Permanecer sentado ou deitado por muito tempo, a falta de movimento das pernas faz com que o sangue pouco circule, predispondo a sua coagulação.
  • Hereditariedade, muitas famílias apresentam desordens do sangue que facilita a sua coagulação, chamada hipercoagulabilidade, ou “sangue grosso".
  • Traumas, os traumatismos nas veias ou próximos a elas podem prejudicar a circulação do sangue.
  • Gravidez e pós parto, a compressão das veias pelo útero e as alterações hormonais também predispõe a trombose.
  • Câncer, alguns tipos e câncer produzem produtos que estimulam a coagulação.
  • Pílulas anticoncepcionais, os hormônios femininos são substância que também  interferem na coagulação.
  • Marcapassos e cateteres, os materiais introduzidos dentro das veias atrapalham a circulação.
  • Obesidade, o acúmulo de gordura exerce pressão sobre as veias dificultando a passagem do sangue.
  • Tabagismo, os produtos existente no cigarro afetam a circulação e a coagulação.

           

Sinais e sintomas:

            Em aproximadamente metade dos casos a trombose não manifesta sintomas,  quando manifesta, pode ser inespecífico como uma leve dor nas pernas. No entanto, sinais específicos, como o inchaço e a mudança de tom da pele, quando ocorrem, podem facilitar o seu diagnóstico.

            Como os sinais e sintomas na maioria das vezes são inespecíficos, para o diagnóstico da trombose venosa sempre haverá a necessidade de um exame complementar, dentre eles o mais utilizado é o exame ultrassonográfico venoso, o doppler. Além deste, dependendo da disponibilidade, outros exames também podem ser usados.

           

Complicações:

             A maior e principal complicação decorrente da trombose é a embolia pulmonar, quando um vaso do pulmão é obstruído por um coágulo vindo de outro lugar, normalmente das pernas. Esta sim, quando grave, pode ser fatal.

            Outro problema muito comum que pode surgir a partir da trombose é a síndrome pós-trobótica, que se refere à formação de um edema crônico na perna afetada podendo evoluir para o aparecimento de varizes, eczemas e úlceras.

 

Tratamento:  

            Depois de feito o diagnóstico, é hora de iniciar o tratamento, o qual possui três objetivos: impedir o crescimento do coágulo, impedir que o coágulo avance para outras regiões (embolia pulmonar) e reduzir as chances da recorrência da trombose e da síndrome pós-trobótica.

            Para isso existem algumas opções disponíveis, como o uso de anticoagulantes, o uso de filtros e o uso de meias de compressão, cada um deles com suas indicações e restrições.

            Muitos casos resolvem-se sem sequelas só com o tratamento medicamentoso. No entanto, sem o tratamento adequado, a trombose pode retornar ou evoluir para problemas mais graves deixando sequelas complicadas. Por isso é importante seguir à risca as orientações médicas.

 

Prevenção:

            Prevenir é muito mais simples e mais fácil do que tratar a trombose. E para isso, basta seguir estas orientações:

  • Pratique atividade física regularmente.
  • Evite o sobrepeso, o tabagismo, a ingestão de alimentos que contenha gordura animal em excesso.
  • Em caso de viagens longas utilizem meias de compressão.
  • E, visite o especialista em caso de trombose na família.

 

 

 

 

 

O que é?

            O pé diabético é uma complicação do diabetes e ocorre quando uma área machucada ou infectada nos pés desenvolve uma úlcera ou uma ferida. Seu aparecimento pode ocorrer quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia são mal controlados. Qualquer ferimento nos pés deve ser tratado rapidamente para evitar complicações que possam levar à amputação do membro afetado.

 

Sinais e sintomas:

            As pessoas que possuem pé diabético tem sintomas como: formigamentos, perda de sensibilidade local, dores, queimação nos pés e nas pernas, sensações de agulhadas e dormência. Tais sintomas podem piorar à noite ao deitar. Normalmente a pessoa só se da conta quando está num estágio avançado e quase sempre com uma ferida, ou infecção, o que torna o tratamento mais difícil devido aos problemas de circulação e cicatrização.

 

Prevenção:

            A prevenção é a maneira mais eficaz de evitar complicações. A medida principal é manter os níveis da glicemia controlado. Os pés devem ser inspecionados diariamente à procura de pequenas feridas, bolhas áreas avermelhadas, alterações nas unhas, proeminências ósseas e mudanças na forma dos pés. A inspeção deve necessariamente incluir a planta dos pés. Para realizar essa inspeção muitas vezes será necessário utilizar um espelho. Nos casos em que exista problema de visão é importante contar com a ajuda de outras pessoas.

            É preciso manter os pés sempre limpos e usar sempre água morna, e nunca quente, para evitar queimaduras. A toalha deve ser macia. Mantenha a pele hidratada, mas sem passar creme entre os dedos ou ao redor das unhas.

            Use meias sem costuras. O tecido deve ser algodão ou lã. Evite usar tecidos sintéticos, como nylon.

            Antes de cortar as unhas, lave-as e seque-as. Para cortar, use um alicate apropriado, ou uma tesoura de ponta arredondada. O corte deve ser quadrado, com as laterais levemente arredondadas, e sem tirar a cutícula. Recomenda-se evitar idas a manicures ou pedicures, dando preferência a um profissional treinado, o qual deve ser avisado do diabetes. O ideal é não cortar os calos nem usar abrasivos. É melhor conversar com o médico sobre a possível causa do aparecimento dos calos.

            É melhor que os pés estejam sempre protegidos. Inclusive na praia e na piscina. Evite andar descalço ou com sandálias e chinelos. Cuidado especial deve ser tomado na escolha do sapato, que deve ser macio, leve e moldado na forma dos pés, de preferência um número maior. Evite usar sapatos novos por mais de uma hora por dia até que estejam macios. Na presença de dormência nos pés deve ser mantido controle periódico com ortopedista ou vascular.

O que é?

            O inchaço nas pernas é o chamado edema periférico que ocorre nas pernas, tornozelos e pés em decorrência do acúmulo de líquidos. Este problema pode surgir como um processo natural do envelhecimento ou como resultado de uma série de possíveis problemas.

 

Causas e fatores de riscos:

            Uma série de razões pode levar ao desenvolvimento do inchaço nas pernas. Ele é muito comum em pessoas de idade avançada. Isso ocorre porque, quando envelhecemos, sentar ou ficar de pé por muito tempo pode atrapalhar o retorno da circulação do sangue nas pernas, levando ao acúmulo de líquido, ou seja, ao inchaço. Nas mulheres, isso também é muito comum nos períodos menstruais, devido a alteração hormonal, e durante a gestação, devido a alteração hormonal e a compressão das veias pelo o útero. No entanto o edema periférico também pode estar relacionado a algum problema de saúde: como a obesidade, a trombose venosa, a infecção, as varizes, a insuficiência linfática, a insuficiência cardíaca, a insuficiência hepática e a insuficiência renal. Assim como também pode estar relacionado a alguma condição de saúde como machucado ou cirurgia na perna, ficar muito tempo sentado ou de pé e o uso de algumas medicações.

 

Sinais e sintomas:

            Como podemos observar, o inchaço nas pernas pode ocorrer tanto por causas naturais, como ficar sentado ou de pé por longo período; como por causas não naturais, como as doenças do rim ou do coração. Essa diferenciação só é possível através da identificação de outros sinais e sintomas associados ao inchaço, como por exemplo: presença de varizes na insuficiência venosa, inchaço ou edema assimétrico na trombose venosa, calor e vermelhidão na infecção, cansaço e falta de ar na insuficiência cardíaca e renal, dor abdominal e amarelão na insuficiência hepática, e inchaço duro e persistente na insuficiência linfática. 

 

Tratamento e prevenção:

            Como vimos o inchaço pode ser causado por diversos motivos e o tratamento depende profundamente da identificação de cada um deles, desta forma um médico sempre deve ser consultado. Entretanto, algumas dicas são sempre úteis e pode amenizar este sintoma: procure manter as pernas elevadas enquanto estiver descansando, a altura ideal é acima do coração; exercite as pernas, isso estimula a circulação do sangue; adote uma dieta saudável e balanceada e se preciso perca peso; limite o consumo de sal para reduzir o acúmulo de líquidos; use meias elásticas se preciso; procure não ficar muito em pé ou sentado; evite usar roupas apertadas; e faça atividade física.

 

O que é?

            A erisipela é uma doença infecciosa, não contagiosa, causada por uma bactéria que acomete a pele. Pode ocorrer em qualquer pessoa, porém diabéticos, obesos e portadores de linfedema possuem maior predisposição.

            Já a linfangite é o processo inflamatório que acomete os vasos linfáticos podendo ter diversas origens entre elas a erisipela. Os vasos linfáticos são canais que existem em todo o corpo, suas principais funções são: remoção de fluidos em excesso e transporte de células imunes. Por isso que quando lesadas ou destruídas podem causar edemas, inchaços, predispondo a infecções.

 

Causas e fatores de riscos:

            A erisipela ocorre quando a bactéria penetra na pele através de uma “porta de entrada” como pequenos ferimentos, escoriações, rachaduras, micoses ou frieiras. Quando esta infecção atinge os vasos linfáticos ocorre a linfangite, agredindo e danificando-os.

           

Sinais e sintomas:

            Tanto a erisipela como a linfangite pode provocar sintomas gerais como febre, calafrios, mal-estar, dor de cabeça, náuseas e vômitos, além de sintomas locais como dor e vermelhidão no caso da erisipela, e inchaço com estrias longitudinais vermelhas e mal definidas no caso da linfangite. As suas localizações mais frequentes são nos membros inferiores, mas também podem ocorrer nos membros superiores, face e tronco.

            Seus diagnósticos são basicamente clínico, isto é, o médico faz o diagnóstico através da observação dos sinais e sintomas apresentados pelos pacientes. Exames complementares como os de sangue ou para avaliar a circulação não são obrigatórios, no entanto também podem ser úteis para acompanhar suas evoluções ou até mesmo suas complicações.

            Casos mais graves da erisipela podem evoluir com abscessos, ulcerações e feridas com danos teciduais extensos e graves. Já a sequela mais comum da linfangite é o linfedema, que pode ocorrer após um único episódio infeccioso. O linfedema é um inchaço persistente e duro, sem hiperemia, que ocorre após a melhora do quadro infeccioso e se localiza principalmente em pé, tornozelo e perna.

 

Tratamento:  

             O tratamento dessas doenças pode ser feito em casa ou no hospital, tudo depende do grau de acometimento do membro e também do quadro sistêmico. Normalmente são utilizados antibióticos e analgésicos. Recomenda-se também repouso com as pernas elevadas, manter limpeza adequada do local acometido e tratar as lesões que serviram de porta de entrada para a infecção, como as micoses.

           

Prevenção:

             É importante que pacientes que já tiveram um episódio de erisipela ou linfangite evitem a recorrência do quadro. A prevenção das crises repetidas é feita através do combate às micoses interdigitais, higiene dos pés e tratamento de pequenos traumatismos e infecções da pele, além do uso de meias elásticas e repouso com pernas elevadas sempre que possível para evitar o inchaço. Uma vez instalada, o paciente deve procurar a orientação de um especialista.

O que é?

            A embolia pulmonar é o bloqueio da circulação do sangue nos pulmões causada principalmente por coágulos, mas também podem ocorrer por embolização de gorduras, ar e células cancerosas..

Causas e fatores de riscos:

            Como dito anteriormente, a embolia pulmonar é, frequentemente, causada por um coágulo de sangue proveniente, na maioria das vezes, de veias das pernas. Este coágulo bloqueia a circulação pulmonar como uma “rolha”, impedindo o funcionamento do pulmão. Este fenômeno também pode acontecer com o ar proveniente de um cateterismo venoso, com as células de gorduras provenientes de uma fratura óssea, ou com as células tumorais provenientes de um câncer.

            Todas as pessoas possuem um baixo risco de ter a embolia pulmonar, no entanto existem alguns fatores que podem aumentar este risco, como: história familiar, problemas cardíacos, alguns tipos de câncer, imobilidade em camas ou macas, trombose venosa profunda, cirurgias, tabagismo, obesidade, hormônios femininos e gravidez.

            A cirurgia por si só, já é uma das principais causas de embolia pulmonar, especialmente as cirurgias ortopédicas como a implantação de prótese de quadril e de joelho. Durante a preparação dos ossos para o recebimento das articulações artificiais, restos de tecidos podem entrar na corrente sanguínea, assim como coágulos, e embolizarem para os pulmões. O risco também ocorre na recuperação dessas e de outras cirurgias, pois o repouso em camas ou em macas, e a imobilidade parcial das pernas  contribuem para a formação dos coágulos  e com isso sua, não rara, embolização.

 

Sinais e sintomas:

            Dependendo de sua gravidade, do tamanho do coágulo, do número de vasos dos pulmões comprometidos, seus sintomas podem variar desde uma simples e inespecífica tosse a uma parada cardíaca, ou seja, a morte.

            Desta forma, dentre os sinais e sintomas podemos encontrar: tosse, dor no peito, falta de ar, palpitação, tontura, ansiedade, pele fria e desmaio.

            A embolia pulmonar costuma ser uma emergência. Necessita de atendimento médico de imediato para o seu diagnóstico e seu tratamento precoce, evitando assim complicações graves. Seu diagnóstico pode ser feito através da história e do exame físico, mas no entanto só pede ser confirmado através de exames complementares como o raio X do peito, a ultrassonografia das pernas ou do coração e a angiotomografia dos pulmões.

           

Tratamento:  

            O atendimento de imediato da embolia pulmonar é essencial para se evitar complicações maiores. A base do tratamento é com medicamentos anticoagulantes, com comprimidos ou injeções. Esses medicamentos “afinam” o sangue evitando que o coágulo evolua, obstruindo cada vez mais a circulação pulmonar.

            Quando a obstrução é bastante grave, com risco de morte, tem-se a alternativa de uso de medicamentos ou equipamentos que dissolvem o coágulo restabelecendo a circulação, no entanto seu uso é restrito devido aos riscos deste procedimento: como sangramentos incontroláveis.

            Após a estabilização do quadro, não podemos esquecer de identificar e tratar também a causa da embolia, como o uso de anticoagulantes se a causa for uma trombose venosa, ou a estabilização de uma fratura óssea no caso de uma embolia gordurosa ou até a retirada de um tumor se a causa embólica forem células neoplásicas.

 

Prevenção:

            Prevenir a coagulação do sangue pode também prevenir a embolia pulmonar. Por isso quando indicados deve-se fazer o uso de anticoagulantes ou de meias de compressão quando internados em hospitais ou imobilizados em camas ou macas. Movimentar as pernas com frequência, principalmente em viagens longas, praticar atividades físicas, suspender o tabagismo e perder peso também fazem parte desta prevenção.

 

 

 

 

 

 

            

            Muitas pessoas têm ou já tiveram dores nas pernas. O problema é que muita gente acha que as dores nas pernas só ocorrem por causa da circulação, no caso, da má circulação. O que não é verdade, pois várias são as causas para este problema. Em nossas pernas temos vasos sanguíneos, músculos, ossos, articulações, nervos, gordura e pele; e todos eles podem ser a causa da dor.

            A dor de origem muscular é provavelmente a causa mais comum de dores nas pernas. Normalmente ocorre devido a exaustão, contusão ou distensão muscular provocada ou pelo exercício ou pela postura inadequada. É uma dor contínua, localizada, que piora com a palpação ou com a movimentação, também pode apresentar um inchaço no local. O tratamento é realizado com repouso, analgesia e fisioterapia. A dor tende a melhorar com o tempo.

            Outra causa muito comum são as dores articulares.  Essas costumam se localizar nas áreas acometidas: quadril, joelho, tornozelo, calcanhar e dedos dos pés. Ocorrem principalmente pelo desgaste e pelo uso forçado. São as chamadas osteoartroses. Normalmente elas pioram com a movimentação da articulação causando dor e inchaço na região. Repouso, fisioterapia, analgesia e até mesmo cirurgia podem fazer parte de seu tratamento.

            Os ossos também podem ser fontes de dor. Fraturas antigas, tumores e até mesmo a osteoporose quando avançada podem causar dores nas pernas. O diagnóstico normalmente é realizado com a história e o raio x do local acometido. Normalmente, não são causas comuns de dor e seu tratamento costuma ser realizado pelo ortopedista.

             Os nervos, quando esmagados ou prensados por outras estruturas, como a coluna, também podem causar dor, dormência ou parestesias. Essa dor pode começar nas costas, especialmente na região lombar, e descer pela parte de trás da coxa e perna até a planta do pé. Outra causa comum de dor neuropática é a dormência e a parestesias que ocorrem nos pés diabéticos devido a destruição destes nervos pela glicose elevada.

            A fibromialgia também pode ser uma outra causa de dor. Nessa doença a pessoa não só tem dor crônica nas pernas mas também tem dor em outros pontos específicos, que são desencadeados com a palpação e a pressão. O diagnóstico normalmente é feito pelo reumatologista, e o tratamento com remédios para a dor.

            E é claro, não podemos esquecer também das dores causadas por problemas vasculares, que podem ser tanto de origem arterial como de origem venosa. Dores de origem arterial normalmente ocorrem em pessoas com idade mais avançada, submetidas a ação da aterosclerose, ou seja, submetidas a ação da obstrução da circulação. Seu sintoma clássico é conhecido como claudicação, que é a dor que ocorre nas batatas das pernas ao caminhar com alívio ao descansar. Já as dores de origem venosa costumam acometer pessoas de média idade. São caracterizadas por serem crônicas, com piora no final do dia, melhora a elevação das pernas e normalmente são acompanhadas de inchaço e varizes.

            Desta forma, podemos perceber que, além da circulação, existem muitas outras  causas de dor nas pernas, e para tratar cada uma delas existe um profissional especializado como o ortopedista, o reumatologista, o neurologista e o vascular. Ou seja, se você possui dores nas pernas, consulte com um desses profissionais, pois tenho certeza que após uma boa avaliação seu problema irá ser identificado.

           

            

O que é?

            A doença carotídea é uma das manifestações da aterosclerose. Nada mais é do que o acúmulo da gordura, do cálcio e de outros elementos nas artérias carótidas. Essas artérias ficam localizadas no pescoço e são as principais responsáveis pelo fluxo de sangue no cérebro. Quando o acúmulo desses elementos é extenso, pode ocorrer a obstrução dessas artérias e com isso um infarto cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) o popular derrame. Esta é a terceira causa de AVC do mundo, responsável por mais de 50 milhões de mortes por ano.

 

Causas e fatores de riscos:

            A aterosclerose é a sua principal causa, etiologia. Outras, mais incomuns são as vasculites (inflamações dos vasos) e as displasias fibromusculares (proliferações de células nas paredes dos vasos). Como a doença carotídea está fortemente associada a aterosclerose seus principais fatores de riscos só poderiam ser o sedentarismo, a alimentação rica em gordura, a hipercolesterolemia (aumento do colesterol), a obesidade, o tabagismo, a pressão alta e o diabetes.

 

Sinais e sintomas:

            A doença carotídea é uma doença perigosa, pois na maioria das vezes só apresenta  algum sinal ou sintoma quando já está avançada, a artéria já está obstruída ou praticamente obstruída. Nesse momento, o tratamento, quando possível, é complexo e arriscado, por isso é importante o diagnóstico precoce e a prevenção.

            Os sintomas quando ocorrem podem ser: paralisia repentina da face ou de um lado do corpo, dificuldade repentina para falar ou compreender, perda repentina da visão unilateral, tonturas e desmaios.

 

Diagnóstico:
            História familiar, presença dos fatores de riscos para aterosclerose, sopro (ruído) carotídeo, identificação de placas ateroscleróticas à ultrassonografia, são os principais elementos que definem o diagnóstico.

 

Tratamento:  

            Depende, na maioria das vezes, do momento em que foi diagnosticada a doença, quanto mais avançada mais complexo é o tratamento. Como a doença carotídea é uma das manifestações da aterosclerose, todo paciente com doença carotídea também deve fazer uma avaliação completa em todos os outros lugares onde a aterosclerose também pode se manifestar, como por exemplo o coração. O tratamento consiste em: atividades físicas regulares, alimentação saudável e balanceada, redução de peso, suspensão do tabagismo, controle rigoroso da pressão arterial e do diabetes, uso de medicações para a diminuição do colesterol, uso de antiagregantes plaquetários e se necessário até mesmo  cirurgias ou angioplastias (stents) para a desobstrução arterial.

            A intervenção cirúrgica, a cirurgia ou a angioplastia, são indicadas quando a obstrução é significativa: maior que 70% nos paciente com sintomas, ou maior que 80% nos pacientes sem sintomas. A cirurgia é realizada com anestesia geral, um corte longitudinal é realizado na lateral do pescoço para o acesso aos vasos carotídeos, então o vaso é aberto e a placa em sua totalidade é retirada, sutura-se novamente o vaso e a circulação é restabelecida. Já a angioplastia pode ser realizada com anestesia local ou anestesia geral, por uma agulha na virilha leva-se o material (balões e stents) necessário até os vasos do pescoço para a sua desobstrução. Ambos os procedimentos não são isentos de riscos, inclusive o acidente vascular cerebral (AVC). Tem-se preferência pelo o tratamento cirúrgico, tradicional, devido ao seu risco menor de complicações (AVC) em relação a angioplastia.

 

Prevenção:

            Assim como a maioria das doenças cardiovasculares, a melhor forma de prevenção é manter uma rotina que inclua exercícios físicos, alimentação saudável com baixo consumo de sal e de gordura, controle dos fatores de riscos e controle das doenças de base como a hipercolesterolemia (colesterol elevado), a hipertensão e o diabetes. Exames ultrassonográficos dos vasos carotídeos de rastreio também fazem parte da rotina preventiva.

O que é?

            A doença arterial periférica é uma das manifestações da aterosclerose. Nada mais é do que o acúmulo da gordura, do cálcio e de outros elementos nas artérias, vasos, dos membros inferiores, pernas e pés. Quando o acúmulo desses elementos é extenso, pode ocorrer a obstrução dessas artérias e com isso a interrupção ou a diminuição da circulação nos membros levando a um série de complicações.

 

Causas e fatores de riscos:

            A aterosclerose é a sua principal causa, etiologia. Outras, mais incomuns são as congênitas, as inflamações (vasculites) e os traumas. Como a doença arterial periférica está fortemente associada a aterosclerose, seus principais fatores de riscos só poderiam ser o sedentarismo, a alimentação rica em gordura, a hipercolesterolemia (aumento do colesterol), a obesidade, o tabagismo, a pressão alta e o diabetes.

 

Sinais e sintomas:

            A doença arterial periférica é uma doença de evolução lenta e progressiva, se não tratada, por isso pode se apresentar de diversas formas: de assintomáticas à lesões necróticas extensas em dedos e pés.

            Seus sintomas normalmente iniciam-se com dores nas panturrilhas – batatas da perna – ao caminhar, limitando sua atividade, exigindo paradas periódicas para o alívio da dor durante a deambulação (claudicação limitante). Com a sua evolução, essa limitação pode progredir até chegar a uma incapacidade de deambular, caminhar, e até mesmo a uma dor contínua mesmo em repouso. Além disso, também pode ocorrer: a perda dos pelos nas pernas e nos pés, as unhas ficarem espessadas, a pulsação dos vasos distais desaparecerem e a perna ficar mais gelada. Pequenas feridas nas pernas ou nos pés também podem aparecer, de forma expontâneas ou por traumas. Normalmente são feridas extremamente doloridas com a tendência da progressão, aumentam de tamanho. Essa é uma situação de extrema gravidade onde o membro, ou o pé ou a perna, estão em risco.

 

Diagnóstico:
            História familiar, presença dos fatores de riscos para aterosclerose, claudicação limitante, ausência de pulsos nos membros, identificação de placas ateroscleróticas à ultrassonografia, lesões de difícil cicatrização, são os principais elementos que definem o diagnóstico.

 

Tratamento:  

            Depende, na maioria das vezes, do momento em que foi diagnosticada a doença, quanto mais avançada mais complexo é o tratamento. Como a doença arterial periférica é uma das manifestações da aterosclerose, todo paciente com doença arterial periférica também deve fazer uma avaliação completa em todos os outros lugares onde a aterosclerose também pode se manifestar, como por exemplo o coração e as carótidas. O tratamento consiste em: atividades físicas regulares, alimentação saudável e balanceada, redução de peso, suspensão do tabagismo, controle rigoroso da pressão arterial e do diabetes, uso de medicações para a diminuição do colesterol, uso de antiagregantes plaquetários e se necessário até mesmo cirurgias ou angioplastias (stents) para a desobstrução arterial.

 

Prevenção:

            Assim como a maioria das doenças cardiovasculares, a melhor forma de prevenção é manter uma rotina que inclua exercícios físicos, alimentação saudável com baixo consumo de sal e de gordura, controle dos fatores de riscos como o tabagismo e controle das doenças de base como a hipercolesterolemia (colesterol elevado), a hipertensão e o diabetes. Cuidado e observação dos pés para evitar lesões e ou traumas também é fundamental na prevenção e no tratamento desta doença.

O que é?

            A aterosclerose é o acúmulo de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias - vasos sanguíneos que levam o sangue aos tecidos. O acúmulo desses elementos pode levar a um estreitamento e a um enrijecimento significativo do vaso, o que dificulta a passagem sanguínea É a falta deste fluxo nos tecidos que causam os chamados infartos, que podem ser do coração, do cérebro (derrame ou AVC), do rim, do intestino e dos membros (braços e pernas). Normalmente o acúmulo destes elementos ocorrem de forma disseminada, em todos os lugares. Mas somente em poucos lugares ela se manifesta de forma mais agressiva, muitas vezes sem apresentar sintomas até a ocorrência do infarto. Por isso, é importante a investigação completa com exames complementares em pessoas que possuem os fatores de risco.

 

Causas e fatores de riscos:

            Na maioria das vezes, a aterosclerose está relacionada aos fatores de riscos tradicionais, como o sedentarismo, a alimentação rica em gordura, a hipercolesterolemia (aumento do colesterol), a obesidade, o tabagismo, a pressão alta e o diabetes. Raramente ela tem causa familiar (hereditária).

 

Sinais e sintomas:

            A aterosclerose é uma doença perigosa, pois na maioria das vezes só apresenta  algum sinal ou sintoma quando já está avançada, a artéria já está obstruída, o paciente já está apresentando um evento agudo, um infarto. Ou seja, quando o tratamento é menos efetivo, por isso é importante seu diagnóstico precoce, quando o tratamento é mais efetivo.

 

Diagnóstico:
            História familiar da doença, parentes com infartos cardíacos ou cerebrais quando ainda jovens, presença dos fatores de riscos, colesterol aumentado em exames sanguíneos, ultrassonografias com placas ateroscleróticas, são elementos que definem o diagnóstico.

 

Tratamento:  

            Depende, na maioria das vezes, do momento em que foi diagnosticada a doença, quanto mais avançada mais complexo é o tratamento. Consiste o tratamento em: atividades físicas regulares, alimentação saudável e balanceada, redução de peso, suspensão do tabagismo, controle rigoroso da pressão arterial e do diabetes, uso de medicações para a diminuição do colesterol, uso de antiagregantes plaquetários e se necessário até mesmo de cirurgias ou de angioplastias (stents) para a desobstrução do vaso.

 

Prevenção:

            Assim como a maioria das doenças cardiovasculares, a melhor forma de prevenção é manter uma rotina que inclua exercícios físicos, alimentação saudável com baixo consumo de sal e de gordura, controle dos fatores de riscos e controle das doenças de base como a hipercolesterolemia (colesterol elevado), a hipertensão e o diabetes.

O que é?

            O aneurisma da aorta abdominal ocorre mais comumente em pessoas com mais de 60 anos, é uma dilatação (protuberância) da aorta na altura do abdômen acima do umbigo. A aorta é o maior vaso, artéria, do corpo humano, é ela que leva o sangue do coração para todos os órgãos, passando pelo tórax e abdômen. O aneurisma dessa artéria é uma doença grave, pois com a dilatação pode levar a ruptura deste vaso, e com isso ao óbito.

 

Causas e fatores de riscos:

            A aterosclerose é a sua principal causa, etiologia. Dessa forma, seus fatores de risco são: o sedentarismo, a alimentação rica em gordura, a hipercolesterolemia (aumento do colesterol), a obesidade, o tabagismo, a pressão alta e a idade. Familiares de paciente com aneurismas também devem ser avaliados, pois algumas vezes há relação familiar.

 

Sinais e sintomas:

            A aneurisma é uma doença perigosa, pois na maioria das vezes não apresenta sinal ou sintoma algum, só se descobre que é portador desta doença quando ocorre a ruptura deste vaso, e nessa situação 90% dos pacientes não conseguem sobreviver. Por isso é importante o diagnóstico precoce e a prevenção.

 

Diagnóstico:
            História familiar da doença, presença dos fatores de riscos, colesterol aumentado em exames sanguíneos, ultrassonografias com dilatações arteriais, são elementos que definem o diagnóstico.

 

Tratamento:  

            Depende, na maioria das vezes, do momento em que foi diagnosticada a doença, quanto mais avançada mais complexo é o tratamento. Como a doença aneurismática também é uma das manifestações da aterosclerose, todo paciente com aneurisma abdominal também deve fazer uma avaliação completa em todos os outros lugares onde a aterosclerose também pode se manifestar, como por exemplo o coração. Consiste o tratamento em: atividades físicas regulares, alimentação saudável e balanceada, redução de peso, suspensão do tabagismo e controle rigoroso da pressão arterial, uso de medicações para a diminuição do colesterol, uso de antiagregantes plaquetários e se necessário até mesmo de cirurgias para a correção do aneurisma.

            A cirurgia é indicada, normalmente, quando o aneurisma é maior que cinco centímetros, ou seja, quando o risco de ruptura é maior que o risco da cirurgia; ou quando o aneurisma está roto. A cirurgia  pode ser de duas maneiras: a cirurgia convencional, com a abertura da cavidade abdominal e a cirurgia endovascular, por cateterismo, praticamente sem cortes. A cirurgia convencional é realizada com anestesia geral, a cirurgia endovascular é realizada com anestesia geral ou com anestesia regional (raquimedular). Na cirurgia convencional a prótese arterial que substitui a aorta doente é implantada através do acesso direto pelo abdome por um corte amplo. Na cirurgia endovascular a prótese é implantada através de pequenos cortes na virilha para acessar a artéria femoral por onde se leva a prótese até o seu lugar definitivo no abdômen. A cirurgia convencional é mais resolutiva, no entanto, a cirurgia endovascular apresenta menos riscos. A recuperação da cirurgia endovascular também é muito mais rápida, no entanto exames de rotina são necessários para garantir a efetividade da prótese. Como descrito anteriormente, ambos os procedimentos não são isentos de riscos: infecção (pele, pulmão, urinária), infarto, deslocamento da prótese e até mesmo o óbito pode ocorrer.

           

Prevenção:

            Assim como a maioria das doenças cardiovasculares, a melhor forma de prevenção é manter uma rotina que inclua exercícios físicos, alimentação saudável com baixo consumo de sal e de gordura, controle dos fatores de riscos e controle das doenças de base como a hipercolesterolemia (colesterol elevado) e a hipertensão. Todas as pessoas com mais de 60 anos devem passar por uma avaliação do cirurgião vascular para a investigação da presença desta condição.

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